segunda-feira, 14 de março de 2011

2° facto - Florianópolis.

Durante a semana passada estive duas vezes na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina. Na primeira delas, fui à praias e ao shopping. Mas não é disso que eu quero falar.

Eu quero contar pra vocês o motivo de eu tanto gostar de Florianópolis. Quando menor, visitei a Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Foi amor à primeira vista. Obviamente não me lembro muito bem, mas o ápice da minha paixão naquele dia foi quando eu entrei na câmara aonde eles depositavam os escravos. Era a minha Europa no litoral de Santa Catarina.

Também me lembro de muitas vezes ter ido ao shopping por lá. Outra vez, fui visitar família de distante grau e comi pela primeira vez coxa de rã.

Mas o que realmente me encanta em Floripa é o ar. Sim, a pressão é diferente, o cheiro é diferente, é como se borbulhássemos por dentro. Por mais que seja uma cidade grande, mantém uma linha de coisas simples, que tornam cada ida à Florianópolis uma mártir a cada volta.

Não recomendo visitar e tentar sentir a mesma coisa. Talvez seja apenas uma adaptação mental que o meu corpo está fazendo para que torne meus 4, 5 ou 6 anos na UFSC agradáveis. Ou talvez seja apenas destino.

Por hora, só espero voltar para lá o mais rápido possível.

1° facto - Meus pensamentos.

Muitas coisas me fizeram vir a criar um blog. A música, ou combinação sonora chamada "Fuck the System" me garantiu a revolta necessária. Outra foi "Thank You", que gerou um facto sobre o qual eu vou falar (talvez).

Mas talvez a principal razão foi ver que nada do que eu lia, seja em blogs de pessoas ao meu redor ou blogs extremamente famosos, agregava-se à minha opinião. O português mal escrito, as opiniões sem possibilidades de mudanças, a auto-segurança exagerada...

Sabe que talvez eu esteja dando muita importância ao famoso próprio umbigo. Se uma pessoa escreve algo, o maldito do umbigo vai estar sempre no meio, proeminente, querendo chamar atenção. O que, na maior parte, acaba criando uma corrente de gargalhadas que com certeza desagradaria o tão-seguro autor.

Então eu te digo, meu querido: ria. Mas antes de rir, tente entender. Estou tão sujeita quanto você à humanidade.

Pegue seu umbigo e a sua dignidade e crie uma boa função para ambos. Enquanto isso, eu vou ficar falando aqui como se não houvesse amanhã.